Os Melhores filmes do primeiro semestre
Passados mais de 182 dias dos 365 de 2017, chegou a hora de dar aquela respirada e pensar em tudo que passou e tudo que está por vir. A Vigília já fez a programação do que teremos nas telonas nos próximos meses, portanto, o momento agora é relembrar o que de melhor passou. Chegou a hora de elencar os melhores filmes do primeiro semestre. Se você perdeu alguma coisa, a nossa lista ajuda a filtrar aqueles filmes que valem a pena correr atrás.
Vamos então, na ordem decrescente:
10º) Mulher-Maravilha

Leia nossa crítica de Mulher-Maravilha (sem spoilers).
9º) Logan
Abriu a nossa temporada de filmes de super-heróis com o pé direito. Violento, visceral e tocante, foi o final que o nosso mutante preferido merecia. De quebra, ainda colocou e revelou a X-23 para o mundo. A menina Dafne Keen roubou a cena e já sonhamos com um filme só dela. Mas assim como a heroína da DC, não foi um completo acerto. E nós botamos a culpa no diretor James Mangold.
Leia nossa crítica de Logan (sem spoilers)

Estamos diante do melhor filme do Batman do cinema. Ok, talvez seja um exagero, mas para uma animação das pecinhas, temos o que precisamos: homenagens, referências do início ao fim e um humor certeiro. Se você é fã do Homem-Morcego, Lego Batman – O filme é essencial. A direção é de Chris McKay.
Crítica de Lego Batman – O Filme
7º) John Wick – Um novo dia para matar
Ação e pancadaria do início ao fim. E o melhor, sem os exageros dos atuais blockbusters, que insistem em destruir o mundo a todo custo. Uma trama básica, direta e com cenas dignas dos grandes filmes de ação. É o resgate de Keanu Reeves no cinema. Chuck Norris que se cuide. Dirigido por Chad Stahelski.
Crítica de John Wick: Um Novo Dia Para Matar

Que grande aventura de matinê. O MonsterVerse, que vimos iniciado em Godzilla (Gareth Edwards) tem sua continuação com um elenco pra lá de excelente: Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson, John C. Reily, John Goodman e claro o rei Kong, soberano de sua ilha. A aventura tem todos os ingredientes para a diversão com a pipoca. Não pare antes dos créditos finais. Dirigido por Jordan Vogt-Roberts.
Leia Mais de Kong: A Ilha da Caveira
5º) A Qualquer Custo
Passou despercebido pelo cinema, lá por fevereiro. Mas recebeu indicações merecidas ao Oscar e traz Ben Foster e Chris Pine em papéis diferentes do que estamos acostumados. Completa o elenco um Jeff Bridges pra lá de inspirado, em um filme de vingança onde você vai torcer pelos “vilões”. Dirigido por David Mackenzie.
Confira a crítica de A Qualquer Custo

Que tiro. M. Night Shyamalan volta a ser o diretor que tanto badalamos em O Sexto Sentido e traz o seu próprio universo expandido. Desta vez, com referências diretas do também ótimo Corpo Fechado. Em Fragmentado temos o resgate dos grandes plot twists, um James Mcavoy louco com 23 personalidades e a menina Anya Taylor-Joy. Mal podemos esperar pela continuação. Ah, também tem cena pós-créditos.
Confira nossa crítica de Fragmentado.

O diretor James Gunn se superou e conseguiu surpreender novamente. Colocou o grupo mais desconhecido da Marvel num patamar de Vingadores em uma história cheia de surpresas, easter-eggs e relacionamentos familiares entre os personagens mais improváveis. Cenas pós-créditos? Temos cinco!!!
Ouça o nosso podcast sobre Guardiões da Galáxia Vol.2

Não é pegadinha. Moonlight superou a todos na conturbada entrega do Oscar, mas aqui vai levar a medalha de prata. O drama social cheio de críticas e relações humanas é uma das grandes obras dos últimos anos. Agraciou também o ótimo Mahershala Ali (House of Cards) como melhor ator-coadjuvante. A direção é de Barry Jenkins.
Confira a crítica de Moonlight.
1º) Manchester à beira mar
Esse filme vai te deixar com muitos nós na barriga. O drama triste contrasta com a cor e a bela e interiorana cidade de Machester-By-The-Sea. Deu o Oscar para o criticado Casey Affleck no papel do angustiado zelador que tem sua vida virada do avesso ao voltar para o local que só lhe traz más lembranças. Difícil superar. Dirigido por Keneth Lonergan.
Veja a nossa crítica de Manchester à beira mar.




