Vigília Nerd

Chadwick Boseman e Viola Davis brilham no primeiro trailer de “A Voz Suprema do Blues”

Ma Rainey's Black Bottom (2020): (L to R) Chadwick Boseman as Levee, Colman Domingo as Cutler, Viola Davis as Ma Rainey, Michael Potts as Slow Drag, and Glynn Turman as Toldeo. Cr. David Lee / Netflix

A Voz Suprema do Blues é mais um filme da Netflix para ficar atento. Depois de Destacamento Blood (Spike Lee) e Os 7 de Chicago (Aaron Sorkin), o filme será mais um a colocar o dedo na ferida do preconceito da sociedade. De quebra, o longa dirigido por George C. Wolfe (Noites de Tormenta) traz o já eterno Chadwick Boseman (Pantera Negra) e a vencedora do Oscar, Viola Davis, nos papéis principais.

Assista:

Na sinopse oficial da Netflix, temos Chicago na década de 1920. A tensão só aumenta entre os músicos que aguardam em uma claustrofóbica sala de ensaio a lendária e revolucionária “Mãe do Blues”, Ma Rainey (Viola Davis). Atrasada para a gravação, Ma trava uma batalha com seu produtor e seu empresário, ambos brancos, em defesa do controle sobre sua música. Enquanto a banda espera, o trompetista Levee (Chadwick Boseman) – interessado na namorada de Ma e determinado a trilhar seu próprio caminho na indústria musical – faz o clima esquentar entre os músicos com uma “profusão de verdades” que mudarão para sempre o rumo da vida de todos. 

poster a voz suprema do blues

A Voz Suprema do Blues é uma adaptação da peça de August Wilson, duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer e busca celebrar o poder transformador do blues e dos artistas que se recusam a aceitar que o preconceito da sociedade dite o quanto eles valem. 

O filme tem produção de Denzel Washington e Todd Black, ambos indicados ao Oscar® por “Um Limite Entre Nós”. 

A estreia no serviço de streaming está agendada para o dia 18 de dezembro. Ou seja, já coloca na agenda!

Leia também:

Lovecraft Country é a consagração da representatividade nas telinhas | Crítica

Rebecca – A Mulher Inesquecível é um remake morno | Crítica

Sob Pressão Plantão Covid: um tributo ao SUS e a ciência | Crítica

Sair da versão mobile