Vigília Nerd

Westworld – Review da 1ª Temporada

Vamos tentar traduzir aqui a sensação que é assistir a série que veio para completar o que Game Of Thrones deixou após o intervalo de temporadas. A tarefa é difícil, mas enfim, vamos lá.

Não por acaso e convenhamos, a produção de Westworld (2016-2018) é até mais caprichada que Game Of Thrones. Mas calma, já explico. Baseada no filme original de  Michael Crichton (Jurassic Park, Twister, Linha do Tempo), Westworld – Onde Ninguém Tem Alma lançado em 1973, em um futuro próximo onde você pode entrar em um parque temático faroeste e ter uma experiência real da época onde todos os personagens são androides e você tem livre arbítrio para beber, brigar, matar ou simplesmente pegar um cavalo e sair pelas lindas paisagens curtindo a uma história criada pela empresa que mantém o serviço.

Normalmente, uma produção da HBO é um nível acima das outras empresas televisivas, então acrescente aí:

Dupla de melhores atuações da série!

Pode dar errado? Não tem como. A série acerta em praticamente tudo, com roteiro afiadíssimo, plot-twists de explodir a cabeça, atuações impressionantes e violência nada gratuíta. Dá muita vontade de assistir mais de uma vez a série completa, pois tudo é muito bem arquitetado, inclusive aquelas referências que no desenrolar da trama não fazem o menor sentido (pelo menos não se percebe), mas quando se chega ao final da temporada, tudo se conecta e dá vontade de repetir a experiência novamente.

Se você pensa que The Walking Dead trabalha bastante a relação humana e a situação que eles vivem te coloca em conflito, Westworld quintuplica essa experiência, tamanhas as situações que os humanos e os hospedeiros (androides) enfrentam. Isso pode te fazer perder a fé na humanidade e se entregar de vez para o futuro robótico (ou não, sem spoilers!).

Confesso (e ainda não descobri porque) a série é cansativa, às vezes arrastada, mas como eu disse acima nada é por acaso, e a trama no geral talvez precise disso.

Dolores (Evan Rachel Wood) encara seu algoz O Homem de Preto (Ed Harris)

Observações:

 

 

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