Diretor Peyton Reed trouxe vários elementos clássicos das aventuras do primeiro supergrupo da Marvel para seu terceiro filme frente ao Homem-Formiga
Com a estreia de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, foi dada a largada para a Fase 5 do Universo Cinemático da Marvel (UCM, ou MCU, como preferir). E a responsabilidade do terceiro longa com Scott Lang (Paul Rudd) e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) traz elementos de sobra que nos conectam diretamente com o primeiro supergrupo da Marvel: o Quarteto Fantástico, criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961.
Desde as primeiras missões de Reed Richards/Senhor Fantástico, Sue Storm/Mulher-Invisível, Johnny Storm/Tocha Humana e Ben Gimm/Coisa vemos a essência do que vimos no novo filme da Marvel Studios com o herói que cresce e diminui.
Quantumania, desde suas primeiras cenas, até o final, traz tudo que um filme do Quarteto Fantástico pede ou precisa. Seria um treinamento prévio rascunhado por Kevin Feige? Ou só um apanhado de situações comuns a todos os produtos envolvendo super-heróis e famílias? Seja qual for a resposta, elencamos aqui alguns dos aspectos que sempre caracterizaram a família de azul com um quatro no peito e que estão contempladas em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania.
1- Família:

Começamos pelo mais básico. Assim como o Quarteto Fantástico, Scott Lang, Hope e Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer) e Hank Pym (Michael Douglas) formam uma família. E mais. Como nos quadrinhos, logo temos Franklin Richards, filho do casal fantástico, em Homem-Formiga temos Cassie Lang (Kathryn Newton), agora crescida no pós-blip. Ou seja, a premissa clássica de uma família de supers. Cada um com seu perfil.
2- Uma viagem “diferente”
No Quarteto Fantástico sempre tivemos o grupo explorando viagens por outros planetas e dimensões. Foi exatamente o que aconteceu com a Família-Formiga em Quantumania. Explorando o Reino Quântico, eles entraram numa trip meio Star Wars – aliás, Peyton Reed já dirigiu dois episódios de The Mandalorian e as referências são até um pouco absurdas demais – e meio Perdidos no Espaço (com a licença poética da crítica do Roberto Sadovski).
3- Kang
Um vilão que sempre esteve conectado ao Quarteto Fantástico nos quadrinhos é em Quantumania o grande obstáculo dentro da trama. Jonathan Majors (Lovecraft Country) volta ao papel que foi iniciado no último episódio da primeira temporada de Loki. No filme – cuidado com os spoilers – ele também aparece em mais de uma versão. Na verdade, milhares e milhares de versões.
4- Sci-fi e tecnologia
Quarteto Fantástico sempre foi uma aventura de ficção científica. E adivinhe? Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é exatamente isso. Usando o background da tecnologia das partículas Pym, que vem desde o primeiro filme, Cassie Lang passou um bom tempo de sua vida estudando as pesquisas do avô – novamente o blip ajudou nisso. Como agora todo mundo é super-gênio no MCU, ela consegue desenvolver uma tecnologia tão avançada que mapeia todo o Reino Quântico.